A Rabisco nasceu da vontade de devolver um pouco de tempo às palavras.

Em um mundo onde quase tudo chega depressa, desaparece depressa e cabe na tela de um celular, escolhemos fazer diferente: escrever cartas para serem recebidas pelo correio, abertas sem pressa, lidas devagar e, quem sabe, guardadas dentro de uma gaveta, de um livro ou da memória.

Todos os meses, uma nova carta é escrita especialmente para a edição da Rabisco. São textos autorais que falam das coisas que atravessam os dias comuns — lembranças, encontros, mudanças, ausências, pequenos acontecimentos e tudo aquilo que, muitas vezes, passa despercebido enquanto a vida acontece.

A Rabisco não escreve para ensinar. Não oferece respostas prontas nem pretende dizer como alguém deveria viver. As cartas existem para fazer companhia.

Junto delas seguem pequenos detalhes de papelaria criativa e um mimo preparado em torno do tema de cada edição. Tudo é pensado para que abrir o envelope também faça parte da experiência.

Porque algumas palavras ainda merecem papel.

Algumas histórias merecem tempo.

E algumas coisas bonitas ainda merecem chegar pelo correio.

Rabisco — uma carta para abrir devagar.